O Mateus levou “A Magia de Reciclar” e muitos presentes aos meninos da Musgueira

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O Mateus, a Mia e o Kenzo foram os pais-natal de serviço e andaram a distribuir os presentes por toda a gente

Ontem foi um dia especial. Fui com o Mateus pela enésima vez à Wonderland Lisboa, mas desta vez não foi para andarmos nos carrosséis nem para ele me cravar farturas, foi mesmo para ele podermos participar num evento solidário que fez parte do movimento #AMagiaDeReciclar, organizado pela Sociedade Ponto Verde.

Durante mais de uma hora, lá esteve o Mateus aos pinotes na tenda onde decorreu o evento, a desestabilizar e a fazer rir toda a gente — adultos e outras crianças —, como se fosse o palhacinho de serviço. Se ele sozinho já é uma espécie de furacão enérgico, pior ficou quando se juntou ao Kenzo — filho da Mónica Sofia e do Rubim — que, tal como ele, é fanático do jogo Knack, da PlayStation. Lá andaram os dois embrulhados a rebolar pelo chão a fingir que era o Knack em luta contra os Goblins.

A parte especial, e também a mais importante, veio depois. A Mónica Sofia — que, comigo, tem estado a trabalhar nesta campanha solidária da Sociedade Ponto Verde — apresentou a iniciativa #AMagiaDeReciclar aos 30 meninos do Centro Social da Musgueira, que a foram ouvir falar sobre a importância de reciclar, e de como devemos dar o exemplo e proteger o ambiente. No final, o Mateus, o Kenzo e a Mia (a filha mais velha da Mónica) distribuíram presentes por todas as crianças e estiveram a brincar com alguns deles.

Este tipo de iniciativas são fundamentais, sobretudo quando são dirigidas a crianças. É muito mais fácil criar hábitos positivos e desenvolvê-los em miúdos do que em adultos, não só porque eles absorvem muito mais depressa a informação, como adoptam esses hábitos de forma empenhada. Foi assim com os meus filhos, que, como já escrevi aqui se tornaram numa espécie de polícias ambientais, e obrigam todos os adultos à volta a colocar os resíduos nos sacos certos. E passando estas mensagens às crianças tenho a certeza de que contribuí para que, amanhã, eles passem a adoptar rotinas mais amigas do ambiente de forma natural.

Depois da entrega dos presentes, as crianças (e alguns adultos, como eu e o Rubim) fomos dar uma voltinha na roda gigante, e foi a loucura, claro. Mesmo já tendo andado várias vezes, o Mateus gritou e vibrou como se fosse a experiência da vida (podem ver o vídeo na minha conta de Instagram, nas stories).

Não sei se para ele foi, não sei se para todas aquelas crianças foi, mas tenho a certeza de que foi, para todos eles, um dia diferente, com uma mensagem diferente. Mesmo que nem todos passem a reciclar todos os dias, acredito que pelo menos a mensagem captaram, e da próxima vez que forem deitar qualquer coisa no lixo vão questionar-se em qual dos caixotes devem deitar determinado resíduo, e isso é o mais importante.

Texto escrito em parceria com a Sociedade Ponto Verde.

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